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Coração Aberto

Quando decidi escrever me senti uma borboleta saindo do casulo. E junto com ela saíram os sentimentos e os pensamentos que muitas vezes não conseguimos transmitir. Descobri que ser poeta é opinar sem medo, escrever é desvincular-se de segredos e expressar-se é viver intensamente.

JosiLuA

sábado, 30 de maio de 2026

O PASSADO ENSINA O PRESENTE

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)


Ninguém lembra do que foi e fez, exatamente. Das crises e histerias, da falta de bom senso e das confusões que armamos ou nos metemos. Hoje, ao buscar um certo assunto nos antigos emails, me deparei com acontecimentos do passado e percebi quanta coisa tive que suportar e que, muitas vezes, perdi o controle. Quantas vezes sofri com traições e como tive que afastar pessoas que confiava e amava, de minha vida.

Isto não acontece só comigo. Se você resolver bisbilhotar o passado, vai acabar se espantando com tudo que já aconteceu em sua vida e, talvez por conta disso, o quanto mudou ou tentou se libertar de certas pessoas e situações. Por isto tudo, aprendemos a observar melhor e analisar nossas atitudes. Quando se é mais jovem, bater no peito e dizer "não levo desaforo para casa" é até normal. Estamos numa fase de adaptação e conquistas na vida. Queremos provar nossa capacidade e nos posicionar como donos de nós mesmos.

Mas, o tempo passa e algumas coisas vão realmente cansando. Cansamos das explicações, dos gritos, dos falatórios e das fofocas que expõe pessoas a serem vítimas dos achismos. Vamos mudando a forma de pensar e agir. Isto não significa que esfriamos e que não sentimos tristezas e mágoas, mas que aumentar a bagagem só causa pesos e mais dores. Então, sofremos no silêncio e não mais no escândalo. Preferimos ouvir somente a voz interior e nos culpar ou acalentar. 

O mundo seria muito diferente se não existisse o tempo. Porque todos seriam capazes de se deparar com as consequências de suas ações no futuro. Há quem busque crescer espiritualmente, mas também há os que viram pedras e só vão se moldar se algo muito pesado cair sobre eles. Infelizmente, nem todos param para pensar sobre quem foram e quem são, hoje em dia. Se mudaram ou se continuam com as mesmas manias ou idéias irracionais. Temos um tempo para descobrir que a maneira como estamos agindo, não tem funcionado para sermos felizes. E que o orgulho somos nós que dominamos e não o contrário. Precisamos aprender a soltar o que está machucando e conquistar a liberdade de sermos mais leves, porque é assim que alcançamos paz e felicidade. 

Todos têm um tempo para aprender, pensar e reconstruir seu próprio caminho. Porém, sempre é mais fácil quando tomamos consciência disso e nos propomos a estas mudanças, antes que alguns sentimentos nos consumam e causem doenças. Podemos mudar, mas esteja preparado para aqueles que fazem questão de nos lembrar do passado e de como fomos, sempre prontos a nos atingir. Eles ainda precisam de apoio para seus próprios anseios e dúvidas sobre suas vidas. E, os erros dos outros são um consolo para quem não consegue enxergar os próprios. Não entre nesta energia e siga moldando seu espírito. Afinal, qual é realmente a função de uma vida? Aprender...

NAMASTÊ 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

REFLEXÕES SOBRE A VIDA

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Nem sempre sei o que é realidade ou sonho. Às vezes, na calada da noite, a mente me confunde. Talvez as preocupações se misturem com os sonhos e, num estágio do sono fico resolvendo questões ou até recebendo informações para escrever textos. Ao acordar, fico me perguntando se inventei ou só pensei, em semi consciência.

Olhar o mundo de dentro do furacão só mostra confusão e a perspectiva de melhora parece distante demais. Porém, quando o vento passa, apesar dos estragos causados, há energia para reiniciar e coragem para descobrir os caminhos que sobraram. O mar de rosas, às vezes, é somente a força que ainda emana das entranhas.

Já passamos por situações que nos fizeram pensar sobre o que vale a pena. Após um tempo, tudo se encaixa como num quebra-cabeças, pois na verdade, somos realmente peças que podem ou não fazer parte da imagem. E, quando não somos, a solução é criar uma nova imagem, onde haja um espaço digno e verdadeiro para nós.

Talvez uma das piores dores da alma seja a do desprezo. Ela é silenciosa e venenosa. Causa muita turbulência no sistema do nosso corpo e a tristeza se instala no coração. Por mais que o esforço de viver bem seja uma meta, quando sentimos o desprezo de quem amamos, a mente não consegue fluir como deveria. Confusos, nos perdemos em dúvidas e culpas. Nos agarramos na fé de que Deus, um dia,  irá acalmar a situação.

Dores como medos, dúvidas e frustrações também são verdadeiras fontes de estagnação. Talvez o erro esteja justamente nisto: entregarmos o jogo! Na verdade precisamos aprender a blefar ou abrir os olhos para as cartas que caem no centro da mesa com mais atenção. Se nos sentirmos cartas fora do baralho, talvez seja hora de mudar o jogo ou os participantes.

Ao olhar para o mundo de fora do nosso corpo, vemos muito mais do que imaginamos. Existem mais caminhos e saídas para nossas aflições, agonias e medos, escondidos entre o que não víamos com os olhos focados só ao nosso redor. Nossa mente condicionada, moldada por tantas crenças, hábitos e experiências, influencia consideravelmente nossos julgamentos e, por isso, falta-nos visão sobre detalhes. Detalhes estes, importantes para virar a chave e abrir portas para soluções.

Com tudo isso, podemos resumir o texto em frases como: "nem tudo é exatamente como imaginamos", " buscar a força interior não é tolice, mas sabedoria" e " não desista da fé, pois há muito mais na vida do que estamos acostumados a enxergar".

NAMASTÊ 

domingo, 24 de maio de 2026

POR QUE SOFREMOS

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Quando a gente faz as refeições sozinhos, no silêncio da manhã chuvosa, os fantasmas do pensamento nos assombram sem piedade. É como se a vida fosse uma roda gigante e em cada cadeirinha estivesse sentada uma pessoa que amamos e nos preocupamos. Ela gira muito lentamente e a história de cada uma aparece na tela mental.

E surgem aquelas interrogações tão comuns: por quê? como? o que fazer? As respostas racionais aparecem rapidamente, mas as espirituais sacodem o coração e nos acolhem na fé. É nesta hora que as mãos atadas se mostram para o mundo. Um mundo incrivelmente maravilhoso, mas cheio de dúvidas, medos e injustiças. O estômago dói porque sentimos a energia tentando se afastar das incertezas. 

Nosso corpo é tão ajustado para nos curar, porém o sofrimento demasiado desequilibra tudo e caímos numa armadilha cheia de dores, doenças e remédios que acabam intoxicando ainda mais nossa bela máquina. Sofrer por aquilo que dá errado, que não conseguimos realizar ou pela perda é externar a dor que vem das entranhas, mas que muitas vezes não consegue achar a saída. 

É normal sofrer, pois faz parte de um mecanismo emocional, cuja finalidade é abrir nossos olhos para certas circunstâncias. Porém, deixar que o sofrimento seja algo natural nas nossas vidas é aceitar que não merecemos a felicidade e isso torna-se um perigo para o que se considera saudável. 

O sofrimento vem de fontes diversas, desde falta de amor, de inclusão social, de comparações com outras vidas e de saúde. Não parece, mas sofrer em demasia pode causar comportamentos autodestrutivos, isolamento, raiva exacerbada da vida e das pessoas e até agressividade. O sofrimento silencioso pode até causar a morte daquele corpo, por não conseguir reagir mais e se entregar.

Podemos sofrer por conta de acontecimentos atuais, como por traumas passados, muitas vezes escondidos num subconsciente destruidor, causando muitos males na forma de agir e pensar. O sofrimento parece cancelar do cérebro a coerência, o bom senso e o discernimento, agindo sem escrúpulos nas ações de quem sofre, tornando a pessoa confusa ou insana. Ela precisa fazer algo para "parar de sofrer", mas não pensa nas consequências de seus atos. E, infelizmente, isto causa uma onda de energia de sofrimento para tudo ao redor dela.

Vários hormônios responsáveis pelo equilíbrio do corpo podem afetar nossos sentimentos, mas especialmente o cortisol elevado que, além de causar esgotamento físico e mental, acaba por aumentar nossa pressão e gordura corporal e baixa a imunidade. Não tem um botão de liga/desliga para o sofrimento, mas dentro deste sentimento podemos ao menos tentar viver melhor. Devemos buscar estar em grupos de pessoas praticando exercícios, fazer caminhadas meditando, estar mais em contato com a natureza, ler bons livros que inspirem a vida, abrir o coração para pessoas que nos amam e possam orientar, enfim, não focar no problema dia e noite. 

Isto irá criar uma vida melhor para si e todos ao nosso redor, pois o sofrimento faz toda uma estrutura ruir junto. E esta energia de dor, tristeza e silêncio é um templo de seres espirituais prontos a atacar e sugar de vez toda energia. Por mais dolorido que esteja, não devemos deixar de orar, sorrir e mais que tudo, amar. Sofrer faz parte, o que não faz parte é deixar de buscar a felicidade e aproveitar a própria vida, mesmo que isso signifique apenas bons momentos de distração, risos e abraços.

NAMASTÊ 

quinta-feira, 21 de maio de 2026

O CAMINHO DO MEIO

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)


Você já deve ter ouvido falar no "Caminho do Meio". Seguir este caminho nos faz buscar equilíbrio entre os extremos na vida. Nem tanto o exagero no prazer, nem tanto a flagelação. Com isto, fortalecemos a clareza mental e emocional.

Este termo foi divulgado por Buda, que em sua jornada percebeu que a paz só é alcançada quando equilibramos nossas vidas. Por escolhermos caminhos extremos de apêgos materiais, exacerbação sexual ou negligenciar o próprio corpo através de jejuns e autopunições exageradas, vamos perdendo o equilíbrio que traz a real grandiosidade da vida.

Este caminho não significa tornar a vida sem sentido ou monótona, mas criar disciplina e consciência. Todo exagero torna-se doença, assim como descartar o que o universo nos presenteia também.

Existem muitas opiniões sobre o que é realmente o caminho do meio e eu, em particular, imagino em minha vida três caminhos. Observo que um deles seria o radicalismo, exagerar em tudo que se faz em relação ao próprio corpo e pensamentos, o outro, negligenciar os presentes da vida para viver no niilismo. Por outro lado, o caminho do meio se abre para um horizonte maravilhoso, cheio de aprendizados e oportunidades que nos fazem parar e pensar, além de organizar a vida para um crescimento físico, espiritual e mental. 

Tudo que é feito com bom senso e equilíbrio traz evolução. Trilhar este caminho é construir uma vida moderada e tentar evitar o sofrimento gerado pelo excesso de atitudes insanas. Precisamos entender que não há estagnação, nem no que é bom demais, nem no que é desagradável. Tudo continua num ciclo de aprendizado e nos agarrar a um dos lados estaciona a vida.

Quando se escolhe este caminho, podemos ter, inclusive, uma perspectiva maior sobre a vida, as atitudes e todo processo gerado num sistema de almas presentes em nossas vidas. Como comparação, ao comermos devagar demais, a comida esfria, perdemos a vontade de comer e nosso corpo se debilita. Se comemos como esganados, com pressa, acabamos por não saborear o alimento e repetimos mais vezes, inchando o estômago e reclamando de indigestão. Que tal mastigar devagar, olhar para seu prato de comida e agradecer cada substância que esteja nos trazendo saúde e vida?

Caminhar na estrada do meio é simplesmente fluir na vida, livrando-se do que nos trava ou do que faz nossa energia escoar. Dizer "eu faço isso muito bem" é não enxergar o quanto temos medo de tomar decisões que sabemos que estão pesando na mochila. Podemos nos desviar na rota algumas vezes, mas reencontrar o caminho do meio é a melhor decisão para viver em paz. Pense nisso!

NAMASTÊ 

domingo, 17 de maio de 2026

QUEM CUIDA DE MIM?

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Existem pessoas prontas a acolher as dúvidas, o sofrimento e o cansaço das outras. Elas sempre estão dispostas a dizer "sim, eu posso"! E o mundo se aproveita destes amorosos caridosos para deixá-los cuidar do que, de repente, seria nossa vez ou nossa obrigação. Essas pessoas são chamadas de altruístas, dedicando tempo, força e energia aos que elas enxergam com necessidades. Já vi e ouvi gente dizendo "é nosso burro de carga" ou rindo daqueles que só pensam em ser amorosos.

Mas, paremos para pensar quem é que cuida destas pessoas, quem de fato olha para todo tempo e esforço que dedicam, ou o quanto o cansaço está dentro de suas almas? Essas pessoas não precisam ganhar prêmios ou serem ovacionadas, mas apenas serem vistas, porque dificilmente alguém olha por elas. Aos poucos, mas sem demonstrar, seus corpos se fragilizam, suas mãos tremem e suas pernas já não conseguem concluir o mesmo caminho que antes, tamanha é a doação de sua energia.

Elas estão bem ao nosso lado, talvez dentro de nossas casas ou fazendo parte do convívio. Acostumados que somos com seus trabalhos e dedicações, muitas vezes até nos ofendemos quando elas dizem "hoje não posso"! Precisamos nos dar conta do que é sadio ou egoísmo em fazer delas um suporte contínuo. 

Levando em conta o quanto se sentem bem fazendo o bem, também é injusto bloquear sua ajuda, não as deixando fluir como um espírito caridoso a cumprir sua missão na Terra. A questão é até que ponto somos aproveitadores da bondade alheia. Vemos isso nos colégios, empresas, nas amizades, comunidades e na própria família. Porém, essa índole de caridade pode estar ligada também à baixa auto-estima ou solidão. Elas precisam mostrar ao mundo sua presença e receber do mundo aconchego em seus atos. Precisam se sentir presentes.

Contudo, também existem pessoas que estão sempre querendo auxiliar de alguma forma, mas não permitem intrusos nos seus problemas e vidas, fechando-se numa concha, pois não podem demonstrar fraqueza, já que são fortes o suficiente para ajudar os outros. Elas sofrem caladas em seus orgulhos e isto é uma fonte de somatizações de doenças. 

Na verdade, a vida é mais leve quando deixamos que pessoas com boas intenções e corações se aproximem e nos façam favores, nos acolham em seus braços e nos amparem com seu trabalho, palavras e carinho. É maravilhoso pensar que num mundo imenso, alguém sempre está ao nosso lado nos perguntando se estamos bem ou se precisamos de algo, sem haver cobranças, nem imposições, mas apenas porque somos importantes para elas. 

Esse amor que recebemos e doamos faz toda diferença no mundo interno de cada ser humano, dando a ele a capacidade de sentir-se parte do todo. E as relações afetivas podem ser melhoradas com o néctar que cura: o Amor! Mas precisamos respeitar quem ajudamos e quem nos ajuda, num sistema equilibrado de energia e de aceitação do processo de cada um.

NAMASTÊ 

sexta-feira, 15 de maio de 2026

DIA INTERNACIONAL DA FAMILIA

Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Hoje é o dia internacional da família! E o que consideramos família? Para saber isso, precisamos entender que família é uma palavra derivada do latim "famulus" que significa escravos. Essa palavra me causa arrepios. Isto foi usado para todos que estavam sob a autoridade do chefe da casa na época da escravidão. Com o tempo, estendeu-se também aos descendentes, aos que criaram laços de união e à ancestralidade.

Algumas correntes psicológicas hoje, consideram família a que criamos com laços afetivos e descendentes, sendo os outros denominados familiares, ou seja, que pertencem ao núcleo, mas já não convivem diariamente. Hoje em dia, as famílias podem ter estruturas diferentes, mas nem por isso se desconsidera o poder de ter uma família. Crianças crescem e criam suas próprias famílias e os pais viram familiares. Mas, para esses pais, seus filhos ainda são família.

Uma família normalmente convive num mesmo espaço, contribuindo conforme seus dons e aprendizado para o conforto, a alegria e orientação de cada membro. Famílias são facilmente desarranjadas quando um ou mais membros falham nos cuidados dos outros ou de si mesmo. Isso causa muita dor para os que se acostumaram com o sistema.

Apesar de considerarmos primeiramente o fator biológico para falar de família, a vida nos mostra que há muito mais família dentro de corações humanitários e amorosos, do que propriamente nas relações sanguíneas. Muitos acolhem dentro de suas vidas filhos de outros, com muito mais afinidade e, mesmo existindo os pais biológicos, estes se tornam verdadeiros apoios e segurança na vida daqueles.

Na espiritualidade, famílias podem ser construídas para trabalhar o amor e a resiliência, dentro de um contexto de carmas. Alguns podem fazer parte como auxiliadores na evolução de todos, outros para resgatarem problemas de vidas passadas. A importância de observar todos os membros da família, suas relações e suas índoles são de extrema importância para deixar a construção firme e adaptável.

Muitos membros não conseguem se adaptar e saem (às vezes antecipadamente) do núcleo familiar, buscando a própria vida. Nem sempre a energia do ambiente proporciona a paz que alguns espíritos precisam, devido à grande sensibilidade que têm. Outros, na revolta, acabam numa estrada fria e escura.

Chamamos família também quando reunimos todos aqueles que fizeram parte de nossas vidas na árvore genealógica. Cada um, com certas responsabilidades sobre a vida dos outros, causa uma onda de sua própria energia no todo, construindo ou destruindo vidas. Romantizar família é descartar toda dificuldade que existe no convívio com outras pessoas. Alguns são desleixados, outros extremamente caprichosos; alguns são grosseiros, outros amorosos. Nisso tudo, vêm dentro de cada um, sentimentos de desprezo, desatenção, mimos exacerbados, pouca conversa, educação baseada em força, além de ciúmes e inveja. Lembrando que para morar junto precisamos respeitar cada membro em seu momento de pensar, chorar, se irritar e estar só. É difícil manter uma rotina de convivência e bem-estar onde todos se sintam perfeitamente acolhidos, lembrados e respeitados. Afinal, existe uma vida única, numa vida em comum.

Contudo, é maravilhoso conseguir formar uma família na vida, pois estamos nos dando o direito de evoluir através do amor e também da dor. Hoje em dia, criamos vínculos afetivos também com amigos importantes em famílias comunitárias. O importante em tudo isso é trabalhar a paciência, a caridade e mais do que tudo, o amor. Afinal, no fim das contas, SOMOS TODOS UM.

NAMASTÊ 


quinta-feira, 14 de maio de 2026

SURPRESAS DIVINAS

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Interessante como Deus nos manda mensagens quando pedimos. O dia hoje foi um tanto quanto desgastante. O emocional tá abalado, o corpo dolorido e a vontade de ficar só foi enorme. Pensei muito em desistir de tudo que tinha programado e me entregar à quietude, só deixando o corpo se refazer da dor.

Mas resolvi ir fazer compras, mais para caminhar no sol, do que para gastar. E fui conversando com Deus, pedindo orientação, força e paz. Voltei, fiz meu almocinho e sentei para saborear a comida, quando toca meu telefone. Uma amiga e aluna de biodança pedindo um tempo para desabafar as dores que está sentindo, desde a última aula onde trabalhamos o movimento sistêmico com uma Consteladora. Mexeu muito com todas. Conversamos um pouco e decidimos marcar um encontro. 

Ao desligar, tive a sensação de que minha missão não podia ser esquecida, pois cheguei a pensar na possibilidade de deixar as aulas. Eu também precisava delas, disse meu coração. Com o corpo dolorido devido à somatização que tive fiquei entre cancelar a aula da tarde ou enfrentar meu cansaço. Novamente senti que mais pessoas precisavam das aulas e do que eu levaria aos seus corações e parti para a aula. Lá fui ensinada mais do que ensinei. Vi olhares sofridos, mentes confusas e espíritos buscando conforto. E meu corpo firme.

Ao sair, mensagens de amigos no whatsapp foram tão aconchegantes e amorosas que senti o acolhimento que precisava neste dia. Deus havia me acolhido através do coração de todas essas pessoas. Eu não estava sozinha como havia pensado. 

Às vezes, nos sentimos sem chão, mas Deus constrói o assoalho. Pode ser que o problema ainda exista, mas Ele ameniza com seus truques que desviam nossa atenção e nos ajudam a acreditar no amanhã. Eu confio e agradeço! Sei bem que Ele está presente, mas só quem aceita, consegue sentir suas obras. E as entende...

NAMASTÊ 

HISTÓRIA DE VIDA

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Há uma diferença entre o que eu acho de minhas atitudes e o que os outros pensam delas. Nas nossas cabeças podemos estar pensando que é o certo, pois foi assim que nossa história nos fez  pensar. Agimos como sentimos ser o correto e o ideal para cada momento, sem refletir se existem outras saídas ou outras formas de nos expressar. Algumas vezes, ferimos! Porque assim somos nós! Cheios de antes e durantes, o agora é como aprendemos com a vida a nos defender e nos posicionar.

Toda mente é um receptáculo de lembranças que nos chicotearam, nos transformaram e nos causaram dores tão profundas, moldando hoje nossa personalidade, nossa maneira de ser com o mundo. Quando admiramos alguém pela forma que age, talvez seja uma pessoa que foi mais amada, acolhida e teve menos tensões na vida. Talvez seja aquele que teve mais oportunidades de se encontrar, ou apenas seus sentimentos tenham desmoronado a tal ponto que hoje não têm mais tanta sensibilidade, só aceita e quer viver. ("Pouco importa o que os outros sentem, porque o importante mesmo sou eu! E eu me bloqueio contra o que não quero ouvir, nem sentir"!)

Cada corpo neste planeta é um livro de histórias. Histórias boas e ruins, que vão grudando na memória celular. E só nós sabemos os dias em que a dor nos consumiu, o choro foi silenciado e a responsabilidade jogada nas nossas costas, quando nem ao menos entendemos o significado disto. Achamos que agimos certo, mas o mundo nos culpa. E vamos saindo de cena, nos transformando mais uma vez, ganhando adjetivos de carrancudos, antipáticos ou depressivos. E tudo que queremos é nos entender e talvez, só talvez, entender o mundo. Porque a maturidade também cansa. Cansamos de pisar toda hora em ovos para não ferir aquele que está fragilizado, quando nós já quebramos faz tempo e usamos cola para juntar os caquinhos. Cansamos de tentar opinar, quando na verdade ninguém quer ouvir nossa voz, apenas ouvir a própria voz. Cansamos de aparecer, de fazer parte do grupo enlouquecido, de ser apenas um suporte para amenizar a consciência de todos. 

E vamos curvando as costas com tantas bagagens, vamos andando mais devagar porque o peso do corpo está além do que as pernas suportam. Não pela gordura corporal, mas pelas dores, tristezas e mágoas que transbordam pelas células, envelhecidas e murchas.

Todos só se lembram de nós de verdade, no dia em que nos despedimos da vida. E lá estaremos nós sendo vistos de verdade, quando na vida passavam por nós e nem nos olhavam por completo. A dor estará selada para sempre. E como agíamos, será só um fato, uma história.

É difícil ser justo e coerente num mundo que deveria ser menos cruel em termos de palavras e atitudes. Mas cada um sabe como quer e como pode ser através de sua índole e consciência. É viver numa gangorra onde o outro nos eleva, mas também nos faz cair. Tudo de repente, sem avisos. E a alma se assusta ou se diverte. 

Ganhamos papéis, títulos e todos com regras rígidas cuja mente briga eternamente com o coração. Não faça, não aja, devia ter sido assim, errou... Frases continuamente bombardeadas sobre a fragilidade de um corpo, esmagado pela energia do pensamento universal. E vamos voltando à posição fetal, nem que seja só no pensamento. Quem somos nós, afinal? E por que não encontramos o verdadeiro equilíbrio vivendo satisfeitos e felizes por completo? A resposta talvez esteja justamente no processo de crescimento e despertar para cada ação errada e pensada, para cada atitude tomada de improviso sem serem medidas as consequências e para cada palavra saída de nossas bocas sem perceber o que causamos às pessoas. Para equilibrar, precisamos ir testando os pesos e medidas.

Talvez muitos nem se importem com o que provocam, outros por sua vez, ficam eternamente angustiados com este peso da responsabilidade em mudar o rumo das vidas. São vidas, são histórias de vidas, somos nós! Seres moldados com argila, secando e se enrijecendo ao calor das emoções. Incompreendidos e incompreensíveis. Trabalhando para nos descobrir e ter um pouco da paz que todos precisam para seu próprio espírito. Busca eterna e continua...

NAMASTÊ 

terça-feira, 12 de maio de 2026

SENTIMENTOS

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)


São tantos sentimentos que borbulham dentro de nós, sinalizando o que estamos passando, quem somos e como reagimos à vida, que isto seria realmente nossa carteira de identidade. Olhando para o rosto de alguém já percebemos a intensidade do brilho no olhar, as marcas provocadas por raivas, tristezas e dores. Não temos botões que ligam e desligam o quê e como sentimos.

Alguns são muito intensos, outros se recolhem na própria dor. Em algumas situações, a emoção sobrepõe a razão causando sérios problemas para a vida de todos ao redor. Nossos sentimentos são comandados no cérebro, mas todo o corpo sente fisiologicamente as reações. Por isso, dependendo da intensidade destes sentimentos, o corpo fala através de dores de cabeça, alteração nos batimentos cardíacos, musculares e até ósseos.

O trabalho constante e intermitente de mente e corpo faz com que haja um controle dessas emoções violentas, sem afetar diretamente o corpo por causa deste controle. Ioga, meditação, exercícios de caminhada na natureza ou outros, podem ajudar. Mas, quando as emoções são muito reprimidas, o "engolir sapos" pode causar problemas estomacais como gastrites, úlceras ou intestinais.

Quando se retesa emoções o musculoesquelético também trava com dores na região superior da cervical, torcicolos e bruxismos na mandíbula. Já o coração também sofre com a raiva e tristeza, aumentando a pressão sanguínea e causando tonturas e falta de ar. E, para piorar a situação, o medo, ansiedade e muita tristeza afetam drasticamente nossa imunidade e força corporal. Podemos ainda ter dermatites e insônias.

Por tudo isso, precisamos perceber como estamos vivendo, quais sentimentos estamos nutrindo e como podemos auxiliar nosso corpo a ser mais estável e saudável. Quando temos raiva de alguém, somos nós que acabamos prejudicados. Quando a tristeza é cultuada em excesso, nos vitimizando, as transformações são visíveis.

É impossível parar de sentir, mas é possível mudarmos certos pensamentos e atitudes, favorecendo nossas vidas e o corpo que sofre com todo excesso. A primeira coisa é respirar profundamente levando oxigênio ao cérebro. Se ainda sentirmos muita vontade da violência, busquemos a natureza, a solidão, músicas que nos façam ter paz. Existem ferramentas que podem ser usadas para amenizar a brutalidade. Deixemos pessoas falando sozinhas, não revidemos, nem ria com deboche. Isto são fluidos inflamáveis para a violência. Estamos cuidando do próprio corpo ao evitar aqueles que não se importam com a própria vida. Precisamos ao menos tentar mudar a energia da violência que se expande pelo mundo.

NAMASTÊ 


segunda-feira, 11 de maio de 2026

MUDANDO HISTÓRIAS

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Vivemos constantemente amedrontados com nossos destinos. Fazemos de tudo para que os fantasmas  não saiam das suas covas. Lutamos, mudamos opiniões, sacrificamos sonhos, tudo para que a imaginação de uma vida feliz se torne realidade. Todas as tentativas para chegar naquilo que queremos seriam válidas, não fosse bloquear ou interferir no espaço de alguém.

Nem sempre a razão se une à emoção e deixamos de ouvir conselhos ou analisar melhor o contexto, para nos atirarmos de cabeça no incerto. Através das histórias que vemos ou ouvimos, queremos encaixar as nossas no mesmo enredo, achando que tudo será igual aos filmes e livros. Mas não é assim, porque mentes diferentes agem de formas diferentes. Podemos até ter idéias ou enxergar novas hipóteses para  uma tese que tenta definir nossas vidas. O problema é encaixá-las adequadamente para nós.

Acredito em mensagens subliminares, em surpresas que nos abram os olhos e em sincronicidades que nos fazem enxergar o que ainda não tínhamos reparado. Tudo pronto para dar forma a um movimento linear ou curvilíneo, conforme o universo nos acolha. Precisamos estar conectados com algo profundo e quase imperceptível dentro de nós mesmos.

Adoraríamos saber tudo, entender tudo e responder tantos por quês. Buscamos de todas as formas mecanismos que nos antecedam o futuro, esquecendo que sempre existe espaço para organizarmos melhor a escrita e fazer com que a história seja modificada. Se a vida dá voltas, porque não podemos agarrar o melhor agora, quando ela estiver voltando a nos sorrir? Nos conformar com tristeza, dor e falta de sorte é deixar que a roleta das oportunidades seja deixada para os outros. Podemos começar com pequenos detalhes.

No preto podemos colocar bolinhas brancas, com lama podemos criar arte, no desespero talvez se consiga ver além do próprio eu, abraçando pessoas e vidas que achávamos não existir.

Toda história pode ter um final construído de forma diferente. Talvez seja isso que precisamos fazer. Parar de nos afundar em desculpas usando artifícios que dão à mente a sensação de satisfação e começar a viver de verdade, capacitando o próprio corpo da cura através dos dons adormecidos e da essência de cada alma. Cada dia que se espera para começar a realizar mudanças, pode ser um dia a menos para encontrar a paz e ser feliz. A decisão é toda nossa!

NAMASTÊ 

terça-feira, 5 de maio de 2026

CHEIO DE QUÊ?

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Está cheio de pena de alguém?Faça uma asa com elas e voe! Enxergue do alto toda a situação e  tenha coragem de pousar no coração daquela pessoa. Avance!

Tua paciência está por um fio? Estenda esse fio para aquele que está precisando e deixe-o entender que você está perto. Quando ele quiser poderá segurar o fio e te encontrar.

Tem sentido a frieza das pessoas? Não esqueça que um iceberg tem muito mais para baixo do que se vê acima do mar. Frieza é amargura interior, é tristeza, é falta de compreensão do mundo. Alguém tá precisando de calor. Talvez o seu!

Você tem muita dúvida sobre a vida? Precisa reconstruir, ler mais, mudar a rotina, aquietar a mente. Respostas podem surgir quando movimentamos a energia.

Está cheio de raiva? Seu fígado pode não funcionar direito e, de repente, você notará cansaço excessivo e coceiras no corpo. Pois é, tua raiva tá se manifestando no corpo. Mude o foco, tome outra direção. Cuide dos órgãos internos.

Seu tempo está repleto de compromissos? É muita promessa para si mesmo, não acha? Que tal achar aquela porta aberta que te levará para o inusitado e um novo conhecimento? Estar sem tempo é só uma questão de organizar. Se não consegue, tem alguma disfunção executiva. 

Está cheio de ouvir ou ler sobre como melhorar a vida e ser mais feliz? Lembre que quando a irritação está dentro de nós, só precisamos de incentivos para ajudar o pensamento a voltar no modo fértil e criativo. Só precisamos nos permitir!

Esvazie a mala pesada, jogando fora o que não torna o caminho mais leve. Se precisar use as belas alternativas espalhadas pelo mundo: riachos, bosques, cachoeiras, praças, areia da praia, lagoas. Sim, tanta natureza que nos recebe para ouvir e transformar. Saia da mesmice, do sofá, de trás da mesa, do computador. Esvazie-se e notará quanto espaço tem para plantar bons sentimentos. De repente, florescerá!

NAMASTÊ 

domingo, 3 de maio de 2026

O PODER DA MUDANÇA

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



Quando você muda de verdade,  mudam pensamentos, atitudes e sentimentos. Suas mudanças te surpreendem, te tranquilizam e te trazem a felicidade interior. Mudanças incluem deixar para trás alguns perfis, talvez amizades e quem sabe caminhos.

Quando sentimos que há desajustes, não estamos cultivando, mas podando com frieza e sem piedade e algo em nós nos incomoda. Queremos dizer que estamos no controle, mas na verdade estamos só numa grande fuga. 

A mudança interior não significa sorrir o tempo todo, pois isso é falso, se nosso coração chora. Neste caso, seria deixar que as lágrimas escorressem com poder de cura da verdade que precisa ser realçada e trabalhada. Quando nos empenhamos em mudar, as coisas vão tomando forma aos poucos, como se arrumássemos nossa casa. Um dia a sala, noutro a cozinha e assim por diante. Devemos planejar com sabedoria, para não tropeçarmos, havendo comodidade e praticidade.

Tudo vai modificando com o tempo. Corpo e mente são os principais fatores de transformações. Se a mente fosse tão cuidada como o corpo, talvez o mundo estivesse numa evolução bem mais adiantada. Partes da mente onde se guardam histórias ruins deviam ser acessadas apenas como exemplos para não voltar aquele estágio. A mania de voltar no tempo e relembrar atos insanos, às vezes é desnecessária, pois todos guardam dentro de si as dores praticadas e que lutamos tanto para curar. O que está feito, feito está. Mas o que está por vir, está pronto para ser alcançado e usado de maneira a fazer nossas vidas diferentes, melhores e cheias de boas expectativas. Então, por que não se expandir para novos horizontes?

Nem todos se preocupam em mudar padrões de comportamento e pensamentos, mas com certeza todos acabam por sentir o peso da consciência um dia, que virá através da solidão, do medo ou dos golpes na vida. Mudar quem éramos para algo novo, melhor e mais sensato, mexe com toda energia ao nosso redor. Pode ser difícil se convivemos ainda com os que vendam seus olhos ou têm orgulho demais para reconhecer quão belo é florescer. 

Mas precisamos continuar, pois a vibração se eleva e vai quebrando barreiras, rompendo as cercas que se ergueram e chegando no auxílio dos que amamos e principalmente, da nossa própria transformação. Neste momento, é gratificante demais a paz interior, mesmo que tenhamos que resolver os problemas que surgem. Há mais consciência, sabedoria e discernimento para tudo. Compreende-se melhor a vida, renega-se o que não vale a pena ouvir ou ver e se movimenta o mundo ao redor através de um prisma colorido e gratificante. Isto não é ilusão, é projeção de uma consciência mais divina e espiritual. E se viver assim é transcender, por que não tentar?

NAMASTÊ 

sábado, 2 de maio de 2026

UMA BOA VIAGEM PELA VIDA

 Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)



A vida é como um trem onde se embarca numa jornada com diversas paradas. Podemos permanecer numa delas por muito ou pouco tempo, aproveitando o momento. Em cada estação, pessoas diferentes, vozes em sintonia ou em desacordos, lugares de paz ou guerra. Largamos bagagens em umas e levamos suvenires em outras. Quando o tempo já foi suficiente, compramos um novo bilhete e seguimos viagem, às vezes acompanhados, às vezes sós.

Há momentos em que parecemos estar mais numa canoa furada, desesperados por encontrar novamente o chão a nossos pés. Contudo, a sorte ou "espertezas" podem ajeitar para que se aproveite a vida como nas viagens de cruzeiros, com regalias e boas acomodações. Alguns preferem apenas estar em paz, com algo confortável e pequeno, sem muitas contas para pagar, como num pequeno barco que só sai para passear em pequenos percursos, se contentando com o que depara no caminho, sem muita aventura.

A caminhada ainda pode estar apenas como em sapatos. Alguns doem e apertam depois de comprá-los e acharmos que serviriam, devido a elegância e beleza. Outros, nem tão chamativos, são os que servem perfeitamente e nos acompanham com leveza. Vão conosco a todo lugar, mostrando que o importante é encaixar perfeitamente no que a vida proporciona, sem reclamar ou mostrar obstáculos. Cabem exatamente nos nossos sonhos e se ajustam na nossa energia.

Fato é que aparecemos de repente em algum terminal e nossa vida se iniciou. Aos poucos, fomos nos dando conta das oportunidades, pessoas e belezas da vida. E vamos seguindo viagem, alguns a pé, outros escolhendo seu meio de transporte preferido, com ou sem companhia, preferindo ou não carimbar o passaporte com paz, amor, decência, moral, respeito, paciência, estudo, saúde, liberdade, curiosidade, disposição, verdade e outros tantos repertórios, preenchendo cada página com nosso histórico, nossa biografia e nossas escolhas. E carregamos no bolso este passaporte que definirá se entramos ou não numa nova fase, se seremos aceitos para embarcar em nossos sonhos e se há bagagem demais para passar na alfândega.

Cabe a cada um definir a própria liberdade em viver, da maneira como se sente melhor, em paz e tranquilamente, sem deixar rastros que possam prejudicar a longa caminhada, com a beleza de ser simplesmente alguém pronto a dar passos certeiros, levando a lugares que tragam vislumbre para a vida. Sejamos bons viajantes e no final da viagem teremos uma bela história para deixar!

NAMASTÊ