Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)
Quando percebemos ou forçamos por algum motivo esta separação, damos nova forma em nossas vidas. Precisamos aceitar a atual realidade, dolorosa ou não, cuja força reestrutura o que já não conseguiria evoluir.
Permanente ou temporária, qualquer separação nos mostra que não havia mais compatibilidade energética. Um dos lados estava vazio, ou drenando nossa energia ou ainda deixando o respeito à parte, tão importante nas relações.
As lembranças ficam e são elas que podem decidir se voltamos ou não a nos relacionar. Tudo dependerá da nova forma e de como nos sentimos. Podem passar anos até que as conexões se encaixem novamente ou que a energia esteja purificada, curada e perdoada. Contudo, pode acontecer um ponto final e isto é só uma maneira do destino nos informar que a fruta foi totalmente espremida e que não haverá como tirar mais suco dela.
Precisamos lembrar com amor, tratar a melancolia e rever erros cometidos para que não aconteçam cortes desnecessários, nem rupturas dolorosas. Muitas vezes, o orgulho bloqueia, a raiva consome e a falta de dignidade e respeito matam.
Como o vendaval arranca galhos de uma árvore, a violência ou desrespeito nos relacionamentos pode fazer com que o que estava unido se separe e subtraia da vida o que já não florescia. Na verdade, são fatos corriqueiros em todos os setores e só nos damos conta da necessidade quando o vento passa e o sol volta a brilhar. O que era peso foi levado para que nosso caminho pudesse ser reiniciado com leveza e purificação. Não devemos forçar o que já não tem seiva. Colar algo que não adere ao nosso espírito não é ter bom senso ou amor, mas andar num círculo vicioso e sem nenhuma perspectiva de melhorar e evoluir por outros meios e pessoas.
NAMASTÊ




