Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)
Estamos todos dentro da aura da Terra. Vivemos com as emanações do planeta, com a energia de cristais, da força telúrica e cósmica. Todos recebem o mesmo, mas nem todos têm consciência destas forças. Como os pensamentos se unem ao nosso redor, captamos diversos tipos de energia, desde as boas, até as piores possíveis.
Os mais sensíveis costumam se afastar de locais fechados e tumultuados por não se adaptarem a algumas dessas energias. Muitas vezes nem sabem e arrumam desculpas para não participarem dos eventos tentando se preservar do incômodo. Outros levam consigo dores de cabeça ou mal-estar. Há uma mistura grandiosa de fontes energéticas por todo lado e só precisamos entender e estar atentos a elas. Isto não significa que precisamos nos isolar, mas que precisamos conhecer com quem interagimos, onde vamos e como fazer proteções.
Vivemos diariamente fechados em escritórios, ambientes públicos, igrejas, meios de locomoção e até nossas casas. Esta última é a principal fonte de preservação de nossas vidas. Precisamos abrir janelas, movimentar a energia e fazer limpezas, tanto físicas como espirituais sempre que possível. O ar acumulado vai deteriorando e começamos a ter sintomas de insônia, dores de cabeça, desânimo. Necessitamos reciclar e proteger nossa força vital sempre que possível. Alguns sentem muito mais que outros e a antipatia não significa falta de amor, nem isolamento, mas instinto de preservação.
Respeitar a ausência de alguns é entender a sensibilidade ou necessidade dessas pessoas não quererem se expor ou até não se sentirem à vontade com tanto barulho. E o barulho pode vir de uma única pessoa que não pára de falar. Com o tempo, mudanças ocorrem no padrão de comportamento de alguns, conforme estudos e técnicas de autoconhecimento e, o que antes era diversão, hoje pode se transformar em algo penoso e acabamos esponjas. Precisamos escolher entre agradar a nós ou a muitos. Isso implica em desagradar pessoas e virar alvo de comentários. Mas, até onde isto afeta? Obviamente, é um motivo para mais uma limpeza energética.
É difícil encontrar a saída para uma sociedade exigente, que nem sempre aceita ser enfrentada com mudanças. Na desculpa do amor, obrigam pessoas a ser o que não são, irem onde não querem ou fazer o que não sentem vontade. E a prisão emocional é uma das piores para se viver. O amor não está na obrigação, mas no sentimento diário de acolhimento, ajuda e atenção.
Presos estamos todos na energia da Terra até nosso último suspiro. Mas não precisamos tornar nossas vidas acumuladas de pesos e prisões emocionais para apenas satisfazer egos e padrões. A fluidez do ir e vir quando se sente vontade é o melhor remédio para relacionamentos sadios. Mas ainda nos sentimos juízes e algozes das decisões alheias, mesmo não sabendo realmente o que se passa em cada coração. Porém, quando se trata de nós, inventamos rapidinho motivos para desfazer encontros e convites. Pense nisso!
NAMASTÊ




