Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)
Precisamos ser muito fortes, para suportar o medo, para não desistir da luta, para não abandonar o indiferente.
Precisamos tomar cuidado, com nossos pensamentos, com nossas atitudes, com nossa impaciência.
Precisamos alimentar a alma, de orações cotidianas, de momentos de solitude, de passeios ao ar livre.
Precisamos usar a criatividade, para produzir o bem, para embelezar o mundo, para melhorar a vida e os recursos.
Precisamos nos ajoelhar às vezes, para perceber nossa pequenez diante do mundo, para exercitar os joelhos, para que Deus entenda nosso suplício.
Precisamos abrir os braços, para encher mais os pulmões de ar, para acolher quem está perdido, para abraçar a vida.
Precisamos desligar o modo automático, para acordar para novidades, para sair da caixa que entramos, para nos esforçar nas descobertas.
É preciso ser forte! Mas necessário se faz tomar cuidado!
Cada dia pode ser um quadro novo para a criatividade que está pulsando dentro de nós.
Experimentar orar de joelhos e ter a alma tranquilizada faz falta para o mundo hoje em dia. Talvez abrir os braços na natureza, ou para a família possa mudar muita coisa dentro de nós.
Desligar o automático não significa só fazer o mesmo quando chega um feriado. Significa mudar o rumo, pensar diferente, olhar por outro ângulo e até reconstruir seu modo de agir e ver as coisas.
Precisamos parar! Parar de verdade, sentar numa pedra e só observar, deixando a intuição se aproximar. Perceber as dúvidas e as respostas que, estranhas ou não, podem ser a solução. Esquecer um pouco o analítico e usar mais o holístico. Talvez o erro seja acreditar demais no exato e desacreditar no que está fora do contexto. Por trás da névoa pode estar o grande sol que ilumina a vida.
O problema está dentro e não fora. Mas a solução, também!
NAMASTÊ
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