Autora: Josianne Luise Amend (JosiLuA)
Ter uma longa vida pode depender de alguns fatores: sorte, emocional, localização e rotina. Mudar as características da imagem corporal vai apenas dar a impressão de atrasar o tempo, mas o destino de, "talvez", prolongar a vida um pouco mais está realmente nas atitudes ao longo da vida.
Em relação à sorte, alguns durante toda a jornada não sofrem acidentes, não se encontram com pessoas ruins ou são extremamente cuidadosos quanto às aventuras. O fator emocional é um dos que mais causam mortes, através das doenças repentinas desencadeadas por desequilíbrios no corpo. Energeticamente falando, o sistema enlouquece com o desespero, falta de calma e excesso de cargas emocionais, sem buscar um trabalho de suporte que as alivie.
Quanto à localização, morar e conviver em locais tranquilos pode ajudar. E estar próximo de pessoas alegres, com bons propósitos, educadas e íntegras, também. Nada melhor que estar perto da natureza, às belezas do mundo e em conexões sadias! Com tudo isso, ainda há a forma de se viver, levando em conta a paixão pelo que se come, não com medos ou neuras, mas com prazer e gratidão, o trabalho feito com orgulho e até a hora certa para deixar o corpo relaxar e descansar. Consideremos ainda a crença, cuja fé traz força, revigora o espírito e sustenta o mental.
Com tudo isso, ao olhar para alguém longevo nos perguntamos como viveu tanto, talvez com tanta humildade e poucas possibilidades financeiras. A resposta está em todos esses fatores e, tentar imitar, nem sempre dá certo se não se começar muito cedo. Isso não significa que são pessoas sem cargas e problemas, mas que desde muito cedo aprenderam a conhecer o próprio corpo, doutrinar a mente e olhar apenas para dentro de si mesmas, sem se comparar ao mundo lá fora.
Para ser mais exata, seu corpo se sente em paz com a rotina, o alimento, as escolhas e se relaciona com pessoas que lhe trazem sabedoria, facilitam sua vida e não exploram. Cada vez que voltamos para casa cheios de raiva, amarguras ou frustrados, estamos criando situações onde a energia do corpo não flui como deveria e adoecemos de alguma forma. O excesso de pequenos desajustes vão causando couraças e estas bloqueiam a felicidade.
Precisamos aprender a fluir e não imitar. Cada um sabe bem como se sente melhor. Estamos nos tornando robôs, nos sentindo deslocados no mundo, se não agirmos como os outros. Os que descobrem seu próprio caminho são os mais felizes. Temos que realmente nos sentir bem com o que fazemos, seja colhendo frutas ou ao redor de uma mesa de reunião, seja num aparelho na academia ou caminhando pela natureza.
Lembrar que nosso corpo só precisa de uma coisa para não sucumbir: ação! E nisto inclui tentar ser único, conversando com sua mente e coração, a fim de decidir como viver plenamente sendo cauteloso, consciente, sem buscar na bagagem as famosas desculpas para não realizar aquilo que pode trazer a nossa longevidade: ser feliz!
NAMASTÊ

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