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Coração Aberto

Quando decidi escrever me senti uma borboleta saindo do casulo. E junto com ela saíram os sentimentos e os pensamentos que muitas vezes não conseguimos transmitir. Descobri que ser poeta é opinar sem medo, escrever é desvincular-se de segredos e expressar-se é viver intensamente.

JosiLuA

terça-feira, 15 de julho de 2014

A MÁGICA DO TEMPO 2

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)

 

 

Depois de escrever o primeiro texto sobre a mágica do tempo, comecei a analisar o que o tempo faz conosco. E com um determinado tempo, fui listando coisas que este algoz, mas também benéfico amigo nos deixa de legado.

A primeira coisa que me veio à mente foi como ele nos machuca no término de um relacionamento. O tempo realmente não passa. Ele insiste em nos cutucar a mente e o coração. Ficamos agitados por conta de sua existência lenta e interminável. Aos poucos vamos nos dando conta de que, o que antes chamávamos de maldade, torna-se um grande aliado e podemos dizer, finalmente, que nada melhor que o tempo para esquecermos coisas e pessoas.

Depois lembrei-me de quanto o tempo é bom quando o aproveitamos para fazer coisas que realmente gostamos. Não precisa ser longo. Mas se estamos estressados, por exemplo, e resolvemos dar um tempo no que estamos fazendo para saborear um delicioso bombom, esse tempo foi reorganizador de nossas energias.

Também lembrei da frase " bons tempos aqueles" que sugerem uma vida feliz com momentos inesquecíveis que tivemos. Sinal de que soubemos aproveitar muito bem nosso tempo em algum lugar do passado. Isso é um presente para o futuro.

O tempo faz esquecer, cura, ensina, chuta, cansa, organiza e até se estica de vez em quando. Quando pensamos que já não há mais esperança para um momento a mais, o tempo nos presenteia com sortilégios, com carinhos e surpresas.

Bobos somos nós que aproveitamos mal cada minuto de nossas vidas. Perdemos o tempo para brigas, para discórdias, para tristezas e para frescuras do tipo "isso não vou comer porque vai me engordar" , " não posso ir porque vou me cansar", "não vou falar com você, só falo quando eu quiser" e assim por diante.

O tempo passa como uma carrocinha cheia de surpresas em nossa vida. Algumas caem em nossa frente e, ao invés de pegarmos deixamos o presente esquecido. Aí, já foi... Essa surpresa não cairá novamente porque o tempo passou.

Se você quer escrever, escreva, se quer brincar, brinque, se quer viajar, viaje, se quer beijar, beije. O tempo do abraço que você não deu naquele momento poderá ser o mais precioso de toda a sua vida. Você terá tempo também para trabalhar seu orgulho.

Se a ferida ainda está aberta, o tempo ainda não a curou. Então não a cutuque. Respeite o tempo. Se o tempo dentro da caixinha no seu coração diz para perdoar ou pedir perdão, faça! Pois pode ser tarde demais quando resolver fazê-lo.

A real mágica do tempo é essa mesma. A de te fazer acordar e te fazer dormir no tempo certo.


NAMASTÊ

A MÁGICA DO TEMPO

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)


Criamos o tempo para nós ou contra nós? Pois o que sinto e vejo é que nos apegamos a ele de tal forma que nada mais fazemos sem que ele esteja altivo, nos castrando e julgando.

Será o tempo uma ilusão que nos faz sofrer e viver menos? Ou será ele um fato que nos ajuda a termos consciência de nossos atos e de nossa vida?

O que sei é que quando exercemos algo que nos agrada, nos beneficia, o tempo corre rápido, quase não nos deixa saborear o momento. Porém, quando estamos fazendo algo que nos chateia, ou na companhia de pessoas aborrecentes ou ainda aguardando ansiosamente algo, o tempo se enrola como se fosse uma cobra de mil metros.

Então é assim: na felicidade ele corre, na angústia ele dorme. Pensando desta maneira, deveríamos viver angustiados para que o tempo não passasse para nós? Para que nosso corpo fosse lentamente se desfazendo, quase imperceptivelmente?  Seria a alegria algo contra o tempo?

Não, creio que não. O que devemos fazer é trabalhar juntos com o ele. Entender a cada segundo o sentido de estarmos aqui presentes, nos autoconhecermos. O tempo nada mais é que nosso aliado em se tratando da vida.

Todo o universo se move formando alguma coisa durante um tempo. E nós fazemos parte deste universo. A cada momento deixamos grande parte de nós para trás e nos renovamos. Deixamos nossas células em bancos de ônibus, em portas, em carteiras, em sófas. Deixamos cabelos e unhas e há os que deixam seus fluidos nojentos pelas ruas. São partes de cada um que vai se desfazendo com o tempo. E, no minuto seguinte, aquela pessoa já tem um novo aspecto. Imperceptível, mas tem.

O tempo vai mudando tudo. Pelo menos a noção que temos é essa. Talvez quem viva sem ele tenha uma percepção muito maior que a nossa, abrangendo tudo, sem que ao menos tenhamos um mínimo de consciência sobre isso.

Resolvemos colocar em nossas cabeças que o tempo é ingrato e queremos enganá-lo modificando nosso corpo. Mas o algoz não deixa por menos. Ele se manifesta a cada momento em coisas que não conseguimos mudar. Nosso cérebro, outros órgãos e a parte interna de nós vai envelhecer. E você poderá se tornar apenas casca. Maldade? Não, realidade.

A mágica do tempo é essa. Só ela vence. Pois que estamos aqui de passagem. Chegamos no ônibus da esperança, corremos o mundo e no final tomaremos o ônibus para outra dimensão, mundo, além...?

O que temos que fazer é viver o máximo que pudermos, sendo felizes e cuidando das nossas vidas. Pois que, se há uma coisa que o tempo não conseguirá levar é nossa beleza interior, a energia que emana dos sentimentos bons que teremos na vida.

Imagine agora que você tem o tempo numa caixinha fechada. Coloque nesta caixa tudo que te fortalece, te anima, te deixa feliz. Deposite junto com o tempo suas alegrias e sonhos e feche a caixinha, guardando-a no seu coração. Agora deixe que as coisas aconteçam conforme o tempo permita e aceite com muito amor.

NAMASTÊ

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A RAIVA

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)


Que sentimento é esse que faz ferver o sangue, bloqueia a razão e faz mal ao coração?
Como trabalhar esse sentimento ruim que não deixa a gente pensar e nos faz tomar atitudes malucas?

A raiva aparece de pequenas atitudes alheias que nos afetam por algum motivo. Diferente do ódio, a raiva é mais branda, mas nem por isso deixa de ser destrutiva. Ela pode se transformar em ódio, caso o motivo não seja trabalhado ou ainda, seja estimulado.

Ouvimos diariamente essa palavra, vinda das mais diversas razões, desde relacionamentos até objetos inanimados. Por exemplo: que raiva desse armário estar aí. Que raiva da voz dessa pessoa. Que raiva desse vizinho que não para de soltar fogos. Que raiva deste dia nublado. Que raiva desse emprego. E assim a raiva vai andando de pé em pé.

Talvez a raiva surja quando não nos sentimos perfeitamente bem, quando estamos num momento ruim em nossas vidas ou quando a paciência já se esgotou e estamos precisando de descanso e paz. Nota-se perfeitamente que pessoas estressadas sentem mais raiva de tudo e de todos. E estas serão as mais afetadas, tanto psicológica quanto psicossomaticamente.

Dizemos que quem está em paz e equilíbrio normalmente não sente raiva de nada, nem de ninguém, pois que trabalha tudo isso de forma harmônica e estável. Sentir raiva não é só negatividade. Ao sentir raiva podemos perceber que algo está errado em nós e tentar mudar. A raiva também é uma forma de impulso para se chegar ao crescimento, pois o ego te diz que você deve melhorar para não sentir raiva do que vê na sua vida.

A raiva é estimulada por provocações, sejam naturais ou desafiadoras. As naturais são aquelas em que nos vemos envolvidos em acidentes de modo geral. As desafiadoras envolvem sempre alguém que mexe com nosso amor-próprio.

De qualquer forma, quando sentimos que esse sentimento começa a tomar força, devemos nos afastar de tudo e de todos e praticar respiração consciente. Pensar em coisas boas, tirar o foco do que nos irrita. Tentar voltar a um equilíbrio que nos faça pensar e agir de forma correta.

O excesso de raiva não trabalhada poderá provocar em seu corpo doenças cardíacas, psicológicas, distúrbios endócrinos e do intestino, além de te colocar em posição negativa perante as pessoas, já que quem sente raiva excessiva acaba "vomitando" palavras rudes e ofensas, as quais jamais serão esquecidas.

Controle-se, respire, ouça músicas que relaxem, passeie mais ao ar livre, coloque os pés da grama, sente-se à beira do mar ou numa montanha e aprecie... apenas aprecie.

Comece a transformar seu mundo interior e não se admire se o exterior mudar por si só.

Namastê

Um excelente dia!

 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

AS CORES DA VIDA

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)


A vida se mostra cinza quando nada acontece,
mas é cor-de-rosa se não paramos de rir.
Se alguém amarela simplesmente desaparece,
e se ficou tudo branco, vamos ter que acudir.

Quando a vida é vermelha, muita raiva explodiu,
e o azul se faz presente se tudo está muito bem.
O verde aparece quando o estômago obstruiu
e o roxo é o sinal de que o ar não se obtém.

Quando surge o laranja, tem emoção demais
e o marrom obscurece quando chegam os temporais.

Mas e o preto, o que seria?
É realmente a ausência de luz?
Talvez seja o grande medo manifestando
que sua vida, enfim, vestiu-lhe o capuz...

NAMASTÊ

 

A REALIDADE DE CADA UM

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)



Sorte? Destino? Carma? Afinal, o que será que determina realmente a vida de alguém?
Fui buscar o significado da palavra "sorte" e achei bem interessante esta definição:
"A palavra sorte tem origem latina. Acredita-se que ela venha de sors, uma referência dos antigos romanos para as surpresas, boas ou ruins, que o destino reserva para o homem.
Segundo a mitologia, a palavra Sorte também se refere a uma divindade, a chamada filha de Saturno. Muitos entendem o conceito de sorte como sinônimo de destino, fatalidade, programação ou desígnio imposto por forças superiores."


Será que quem tem tanta sorte nesta vida, tem a proteção de Saturno? Mas, analisando agora o planeta saturno através da astrologia, vemos que ele representa o "grande maléfico". Na verdade, seus arquétipos são de avareza, estabilidade, medo, disciplina, responsabilidade, dever, sabedoria, método e outros que signifiquem todo o movimento interior que se faz para que a vida flua. Ele representa o impulso de segurança e estabilidade e se posiciona na vida de alguém através do esforço e enfrentamento de dificuldades.

Isso quer dizer que nada é "venha a nós o vosso reino"? Não sei responder, visto que a realidade de cada um é tão diferente. Parece que algumas pessoas simplesmente são e outras não conseguem ser. É óbvio que esforços são feitos, mas nasceram com algumas oportunidades já preestabelecidas.

Se compararmos alguém que nasceu dentro de um palácio com alguém que nasceu em um país muito pobre deste mundo podemos perceber a diferença de oportunidades. É a realidade dessas pessoas. No decorrer de suas vidas, ela irão tomar atitudes que poderão transformá-las em alguém muito importante ou simplesmente um ninguém. Ainda analisando essas duas pessoas, pode-se dizer que para a segunda, a sorte de encontrar alguém que a ajude ou que dê um empurrãozinho em seu caminho será muito mais necessária.

A questão é que julgamos as pessoas pelo seu humor, sua condição financeira, sua inteligência, sua maneira de se portar ou conduzir sua vida, sem saber exatamente quem ela é, de onde veio e quais são seus anseios. Muitos erros são cometidos através destes julgamentos. Muitas vezes queremos ajudar e algumas nem querem ajuda, pois o que para nós é uma vida triste e complicada, para elas é a vida que amam. Ou talvez seu orgulho seja tão intenso que não querem aceitar sua condição precária.

O mundo é simplesmente uma babel. E nossos corações deveriam tentar ajudar os menos afortunados de alguma forma.

Hoje você pode estar acordando com uma terrível dor no peito porque perdeu um amor, mas amanhã poderá acordar mais feliz do que nunca porque esse sentimento se perdeu no momento em que você ganhou uma promoção, comprou sua casa ou seu carro ou simplesmente vai realizar um grande sonho. Sentimentos são trocados ou será que simplesmente camuflados? Seja o que for, alguns sentimentos fazem com que não paremos no tempo desperdiçando energia necessária para avançarmos.

Focar nossa vida nos pontos positivos é uma grande arma para encontrar paz e felicidade. Mesmo que a realidade hoje seja infinitamente ruim, devemos programar a mente para que o momento seguinte seja de muita fé e sonhos que poderão ser realizados.

Talvez as pessoas que conseguem algo na vida sejam aquelas que ao acordar pela manhã dizem para si mesmas: "meu dia hoje será maravilhoso e eu só estou indo buscá-lo!"

Namastê

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A VIDA E SUAS GAVETAS

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)


Enfrentar situações diversas é o caminho desta vida. Estamos aqui para encarar nossos sentimentos e todas as pessoas que encontramos na longa estrada. Alguns dias parecem fluir, outros parecem estagnar. Em alguns momentos somos felizes, noutros desequilibradamente transtornados. Mas o que é que faz nossas vidas terem estes altos e baixos?

Imaginemos nossa vida um enorme armário, cheio, repleto mesmo de gavetas. Agora, somos os grandes responsáveis por guardar dentro destas gavetas todos os sentimentos que podem nascer em nós, através de nossa existência e dos nossos atos. Cada gavetinha tem um nome. Pode ser: raivas, desistências, medos, fracassos, alegrias, lutas, euforismos, perdas, ganhos, carências, fé, crenças, amores, etc.

Quando iniciamos mais um dia, normalmente abrimos gavetas de roupas para que usemos uma nova imagem. E, junto com estas gavetas físicas, abrimos também as gavetas das nossas vidas. Escolhemos como queremos que o novo dia se manifeste. E, se formos persuasivos conosco e nossa vontade, o que escolhermos ter como sentimentos, pensamentos e atitudes no novo dia, será a maneira como iremos encarar o mundo.

Se logo cedo abrirmos a gaveta da paz e ela estiver forrada da mesma, podemos levar este sentimento ao longo do dia para todos. Procuraremos o autocontrole mesmo sendo atacados. Se abrirmos a gaveta do rancor, estaremos vestindo a máscara que provoca uma energia ruim e muitas vezes nos causa dores físicas.

Se conseguirmos abrir a gaveta do perdão, com certeza nos sentiremos aliviados, mas em contrapartida se abrirmos a da vingança, nosso dia poderá terminar até em tragédias. Escolhas podem ser feitas devido ao nosso livre-arbítrio.

Somos donos dos sentimentos que queremos ter no novo dia. Se decidirmos abrir a gaveta da tristeza, nossos pensamentos serão negativos, depressivos e cheios de coisas sombrias. Mas podemos escolher pela alegria, mesmo que estejamos passando por momentos difíceis. Ao escolher este sentimento, sairemos dando bom dias, sorrindo, agradecendo e auxiliando as pessoas. Com certeza, o universo conspirará ao nosso favor enviando pelo menos muita paz de espírito. E com esta paz nós teremos controle mental e quem sabe conseguiremos resolver de forma magnífica algum problema que estamos passando.

Só nós temos acesso às nossas gavetas. Alguns tentam abrir com chaves falsas o que nos pertence, acessando gavetas inconvenientemente em momentos impróprios. Cabe a nós permitir ou não esse acesso. Isso é o que chamamos de provocação. Quando a provocação é aceita, abrem-se gavetas de raiva, de violência e descontrole. E o provocador sente-se satisfeito por conseguir o acesso. Esse hacker de sentimentos deve ser monitorado através de muito esforço, dedicação e árduo autoconhecimento. Não permití-lo em nossas vidas é uma saída muito inteligente.

Quando conseguirmos equilíbrio sobre o provocador, inevitavelmente seremos grandes vencedores e muitas outras gavetas serão abertas para nós que só nos trarão paz de espírito.

Todas as gavetas têm sua importância, pois que também temos que nos proteger e reagir. Porém, se soubermos utilizá-las com bom senso, teremos sempre como fechá-las adequadamente, conservando-as com seu conteúdo estável, sem transbordar, ou seja, buscando nosso equilíbrio.

Deixar nossas gavetas organizadas faz com que não nos enganemos com nossos sentimentos. Saber exatamente o que se quer para determinado momento é abrir a gaveta certa e encontrar o sentimento certo. Cuidado para não misturar tudo e fazer da sua vida uma confusão tão grande que você não terá tempo de ajeitar.

Dependendo das pessoas, as gavetas podem ser maiores ou menores. Quase nunca são todas iguais. O que trabalhamos em nosso coração é o material certo para a construção de cada uma delas.

Alguns nomes também podem ser guardados em gavetas e quem sabe um dia, poderemos acessá-las caso a gaveta da saudade esteja transbordando. Neste caso, corremos o risco de que aquele nome tenha se desfeito com o tempo, mofado ou apodrecido. Não esqueça que poderá guardar neste lugar um novo nome, pelo menos por algum tempo.

Acessar nossas gavetas poderia ser um trabalho diário de disciplina e coragem. Ao deitar, à noite, podemos imaginar esse armário e preparar o dia de amanhã de forma que colaboremos para um mundo melhor.

NAMASTÊ

 

NÃO SOU UM ROBÔ

Autora: Josianne L.Amend (JosiLuA)



Eu quero acordar a cada manhã e poder abraçar os raios de sol que atravessam a cortina;
quero botar os pés no chão e me assustar com o frio na sola e nos dedos;
quero andar pelo corredor sentindo que meu corpo responde ao meu cérebro;
quero chegar na cozinha para fazer o café entorpecida pelos sentidos ainda meio dormentes e sentir o cheiro do pó ao abrir a lata;
e, ao abrir a geladeira, sentir um arrepio;
ao preparar meu pão, curtir o barulhinho crocante;
ao passar a manteiga cultuar o deslizamento com a faca;
quero mastigar demoradamente, saboreando;
quero sentir o prazer de cada ato que me acompanha;
ter a noção das coisas que faço;
não virar um robô, mas me observar, me corrigir, me saudar.

Quero entender a mim mesma,
passar pela vida sabendo quem fui e o que fiz.
Lembrar de tudo e de todos,
sem que cada manhã eu me automatize,
mas para que a cada manhã eu esteja presente em mim mesma!

NAMASTÊ